
O fotógrafo Fabrício Lima, de 48 anos, seguia para o trabalho quando se deparou com a cena e acionou o Instituto Orca, responsável por atuar em casos envolvendo animais marinhos no Espírito Santo.
Segundo Fabrício, a baleia parecia ser um filhote, devido ao tamanho, e já exalava forte odor por conta da decomposição.
“Essa já é a terceira vez que vejo um animal marinho morto na praia. Uns dois meses atrás, encontrei um golfinho na mesma situação”, relatou.
A equipe do Instituto Orca informou que já está a caminho da praia para avaliar o caso. Mais informações serão divulgadas após a chegada dos especialistas ao local.