Ocorrências foram relatadas pela Polícia Militar durante a dispersão da manifestação realizada neste domingo (11), em São Paulo.
A manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada neste domingo (11), na Avenida Paulista, em São Paulo, terminou com relatos de pichações, tumultos e danos a estruturas de acesso ao metrô.
O evento, denominado Marcha pela Democracia, reuniu apoiadores do presidente, movimentos sociais, estudantes e outras organizações. Lula também participou do ato, que fez parte das mobilizações políticas para o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo confirmou que a Polícia Militar registrou ocorrências durante a dispersão dos participantes.
Imagens que circularam nas redes sociais mostram pessoas sobre a cobertura de vidro de uma entrada da estação Trianon-Masp, além de uma pichação com a frase “Viva a Revolução”. Também foram relatados danos a portas e grades de acesso na estação Consolação.
A estação Trianon-Masp teve o acesso temporariamente fechado em razão da concentração de pessoas. A medida foi adotada para controlar o fluxo de passageiros e evitar aglomerações nos acessos e nas plataformas.
Divergência sobre os danos
Apesar dos relatos da Polícia Militar, o Metrô de São Paulo informou à imprensa que, até o início da noite, não havia registros internos de vandalismo ou danos nas estações da região da Avenida Paulista.
Até o momento das publicações consultadas, não havia informações consolidadas sobre o valor dos prejuízos nem confirmação da autoria individual das pichações e dos danos.
O caso reacende a discussão sobre a preservação do patrimônio público durante manifestações políticas. Os registros de ocorrências devem ser apurados pelas autoridades, com a identificação dos responsáveis quando houver provas.
Fonte: Agência Estado/UOL, Agência Brasil e demais veículos de imprensa que noticiaram os episódios.

