A 1ª tenente médica Adriana Freire Sena entrou para a história da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) ao se tornar a primeira policial militar capixaba a concluir o Curso de Socorrista Operacional do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
Cirurgiã-geral da corporação, a oficial participou da capacitação entre os dias 27 de abril e 8 de maio, na capital fluminense. Reconhecido nacionalmente, o curso é voltado para o atendimento de policiais feridos em confrontos e operações de alto risco, com foco no Atendimento Pré-Hospitalar Tático.
Em reconhecimento à conquista, a tenente foi recebida pelo comandante-geral da PMES, coronel Ríodo Lopes Rubim, que destacou a importância da qualificação para a corporação.
“Estamos muito orgulhosos. Ter uma médica participando de uma formação dessa relevância e liderando futuros projetos na área da saúde operacional da PMES é motivo de grande satisfação para todos nós”, afirmou o comandante.
Durante o encontro realizado no Quartel do Comando-Geral, em Maruípe, Adriana ressaltou o impacto da experiência em sua formação profissional e na assistência prestada aos policiais militares.
“Foi uma experiência extremamente enriquecedora, que me permitiu compreender ainda mais a realidade e os desafios enfrentados pelo combatente em serviço. O curso representou uma oportunidade valiosa para aprimorar o atendimento oferecido aos nossos policiais militares”, destacou.
A oficial esteve acompanhada do diretor de Saúde da PMES, coronel Carlos Ricardo Goes de Almeida.
Integrante da equipe do Hospital da Polícia Militar do Espírito Santo, a tenente Adriana agora leva para a corporação conhecimentos adquiridos em uma das capacitações mais exigentes do país. Além do elevado rigor técnico, o treinamento inclui atividades físicas e práticas voltadas para cenários de crise e operações especiais.
Segundo a médica, a formação contribui para aproximar os profissionais de saúde da realidade enfrentada diariamente pelos policiais nas ruas, fortalecendo a capacidade de resposta da corporação em situações de risco e emergência.

