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Lula é reeleito presidente do Brasil e garantirá quarto mandato à frente do país
Petista venceu Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25), e tomará posse em janeiro de 2027.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito neste domingo (25) para um novo mandato à frente da Presidência da República. A vitória foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após a apuração do segundo turno das eleições de 2026, disputado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).
De acordo com os dados oficiais divulgados pelo TSE, Lula recebeu 64.256.232 votos, correspondentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro terminou a disputa com 59.826.041 votos, o equivalente a 48,21%.
A diferença entre os candidatos foi de aproximadamente 4,43 milhões de votos, em uma eleição marcada pela disputa acirrada entre os dois campos políticos.
Disputa foi definida no segundo turno
O resultado representa uma virada em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Naquela etapa, Flávio Bolsonaro havia terminado à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista.
Durante o segundo turno, as campanhas intensificaram a mobilização de eleitores, com atos públicos e ações nas redes sociais. A disputa também evidenciou a polarização política que marca o cenário nacional.
Quarto mandato presidencial
Com a vitória, Lula ampliará sua trajetória à frente do Palácio do Planalto. O presidente já governou o Brasil entre 2003 e 2010 e retornou ao cargo em janeiro de 2023, após vencer as eleições de 2022.
O novo mandato terá início em 5 de janeiro de 2027. Entre os desafios do próximo governo estarão a condução da economia, a geração de empregos, a segurança pública, a saúde, a educação e a busca por articulação política em um país dividido eleitoralmente.
O resultado das urnas encerra a disputa presidencial de 2026 e inicia uma nova etapa da política brasileira, com expectativas e cobranças de diferentes setores da sociedade em relação às prioridades do governo reeleito.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Agência Brasil.

